O ROCK AND ROLL DIALOGA COM O IMAGINÁRIO INFANTIL NOS VIDEOCLIPES DO THE CURE

Denise Azevedo Duarte Guimaraes, Antonio Carlos Persegani Florenzano

Resumo


O artigo aborda um momento relevante na história do rock and roll, a década de 1980, na qual os videoclipes da icônica banda britânica The Cure passam por alterações, graças à parceria com o diretor Tim Pope. As narrativas são desenvolvidas em ambientes mágicos, com apelos ao imaginário infantil, aos sonhos e ao surrealismo. Com ênfase na mise-en-scéne, selecionamos para estudo cinco videoclipes representativos de um mergulho egótico na criança interior e do impulso lúdico (Huizinga), bem como em conflitos identitários (Hall). Além da bibliografia consagrada sobre a história do rock e o conceito de videoclipe (Holszbach, Apter), valemo-nos de molduras teóricas oriundas de diversas áreas (Bachelard, Durand, Xavier, Nadeau, Wilson e Lack), porém todas relacionadas com as matrizes semânticas que constituem o cerne das obras abordadas.


Palavras-chave


Videoclipe. Imaginário infantil. Impulso lúdico. Sonho. The Cure.

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