PSICOLOGIA FEMINISTA E GRUPOS REFLEXIVOS EM VIOLÊNCIAS DE GÊNERO EM UMA CLÍNICA-ESCOLA

Bárbara Araújo Sordi

Resumo


Este artigo visa apresentar a prática de grupos reflexivos que atuam com violências de gênero na clínica de Psicologia da Universidade da Amazônia, do projeto “Sobre (Bem) Viver”, cujos serviços estendem-se às mulheres vítimas de violência doméstica e à população LGBTQIAP+. Realiza-se revisão bibliográfica sobre a Psicologia Feminista, proposta por Conceição Nogueira, e sobre o conceito de matriz colonial de gênero de Maria Lugones, para, como resultado, circunscrever a Psicologia Feminista Contracolonial como campo epistemológico e a metodologia das práticas circulares, de Kay Pranis, como técnica de facilitação. Conclui-se que há relevância social no projeto, com impacto direto na comunidade, assim como na formação pessoal e profissional das estudantes, que desenvolvem lentes críticas, políticas e historicamente contextualizadas que atravessam seus dispositivos terapêuticos, mas sobretudo pelo espaço crítico de fissura da Psicologia tradicional, com práxis comprometidas com enfrentamentos de violências estruturais.

Palavras-chave


Violência de gênero; Grupos Reflexivos; Práticas Circulares; Psicologia Feminista.

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DOI: http://dx.doi.org/10.17648/asas.v20i1.2935

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ISSN:1415-7950