A SECUNDARIZAÇÃO DO TRABALHO FEMININO NOS SETORES DE TI E DE COSTURA PELA ÓTICA DA COMUNICAÇÃO

Mayra Castro Vizentin, Yonara Santana, Roseli Figaro

Resumo


O artigo busca refletir, a partir do campo da Comunicação, sobre os conceitos que envolvem a divisão sexual do trabalho (KERGOAT, 2009), a secundarização da força de trabalho feminina (ABRAMO, 2007) e a sua incorporação rebaixada no mercado de trabalho. Há especial interesse em refletir porque as mulheres são maioria quando se fala de trabalho tradicional, força de trabalho barata e precarizada, e quais condicionantes dessa inclusão ainda persistem no capitalismo de plataforma (SRNICEK, 2019). Se por um lado a comunicação desempenha papel central no desenvolvimento e manutenção das cadeias de produção, sobretudo às relacionadas ao capitalismo de plataforma, por outro, a divisão sexual do trabalho e os discursos estereotipados contribuem para aprofundar a precarização do trabalho feminino e o preconceito. A análise se dá por meio de levantamento bibliográfico e entrevistas com trabalhadoras e chega à conclusão de que o trabalho, tanto no setor de TI, quanto no trabalho tradicional de costura, é gerenificado a partir de posição e disposição.

Palavras-chave


Comunicação; Gênero; Trabalho; Profissionais de TI; Costureiras.

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DOI: http://dx.doi.org/10.17648/asas.v20i1.2938

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ISSN:1415-7950