A PELE DA COR (2022)
A CONSTRUÇÃO DA ABSTRAÇÃO EM SIMÕES
DOI:
https://doi.org/10.63638/asas.v23i1.3665Palavras-chave:
A Pele da Cor, Abstracionismo, José Simões, Artes VisuaisResumo
Esse artigo investiga a transição da linguagem figurativa para a abstração na obra de José Toscano Simões, a partir da exposição A Pele da Cor (2022). Analisa-se como a cor deixa de atuar como elemento expressivo subordinado à figura para assumir função estruturante na construção pictórica. Questiona-se como essa mudança estética redefine o trabalho do artista e contribui para o abstracionismo no contexto paraense. O objetivo é examinar essa evolução conceitual, investigando sua formação, referências e a referida exposição, além de situá-la no panorama da arte abstrata brasileira. Justifica-se pela relevância de Simões na cena amazônica e pela compreensão da renovação contemporânea do abstracionismo. A metodologia baseia-se em pesquisa bibliográfica Sobral (2002), Pimentel (2022) e Dempsey (2011) e entrevista com o artista. Conclui-se que a abstração se consolida como eixo estruturante em sua poética, inserindo tal produção no debate contemporâneo da pintura abstrata.
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