REPRESENTAÇÕES SOCIAIS DE CRIANÇAS COM PARALISIA CEREBRAL SOBRE FAMÍLIA E ESCOLA
DOI:
https://doi.org/10.63638/asas.v23i1.3641Palavras-chave:
Representações Sociais, Sociologia da Infância, Crianças com paralisia cerebral, Hospital SarahResumo
O artigo apresenta um recorte de dissertação que objetiva analisar as Representações Sociais (RS) de cinco crianças com paralisia cerebral, de 7 a 10 anos de idade, atendidas no Hospital Sarah Belém, sobre a escola e a família, identificando implicações na aprendizagem e desenvolvimento socioafetivo. A pesquisa é de campo e qualitativa, utilizando levantamento bibliográfico, entrevista semiestruturada e desenho. Adota-se a abordagem processual de Moscovici (2009), fundamentando-se também em Jodelet (2001), Corsaro (2011), Qvortrup (2010), Sá (2004) e Sassaki (2014). Os resultados revelam uma dualidade na escola: espaço de acolhimento e socialização, mas também de exclusão e barreiras, impactando a aprendizagem. A família surge como base do desenvolvimento, sendo os pais os pilares no potencial dos filhos. Conclui-se que os achados exigem uma revisão crítica da práxis escolar e a implementação de políticas equitativas para superar a exclusão e validar a família no desenvolvimento integral.
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